quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Do ordinário

O banal vem e preenche cada segundo das intermináveis horas. Elas que aprisionam, maltratam, atrofiam e ferem. O maior milagre sendo diariamente violentado pelo ordinário. E todas as possibilidades do incrível sendo soterradas pelo mundano, pela lama, pelas amarras e pelo pior carrasco de todos, a mente encerrada nas próprias barras. A frustracao”, ela disse, “é um tipo de doença, assim como a solidao”. Estava doente então, muito doente.  Mas sorria. Contava os segundos e abominava o comum. Ainda assim, matinha-se presa.

Um comentário:

José María Souza Costa disse...

Passei por aqui, para lê o seu blogue, e lhe deixar um Convite
Admirável. Harmonioso. Eu também estou montando um. Não tem as Cores e as Nuances do Vosso. Mas, confesso que é uma página, assim, meia que eclética. Hum... bem simples, quase Simplória. E outra vez lhe afirmo. Uma página autentica e independente. Estou lhe convidando a Visitar-me, e se possível Seguirmos juntos por Eles. Certamente estarei lá esperando por você, com o meu chapeuzinho em mãos ou na cabeça.
Insisto que vá Visitar-me, afinal, o que vale são os elos dos sorrisos.

www.josemariacosta.com