quarta-feira, 24 de junho de 2009

Breaking Dawn (Stephenie Meyer)


Eis que cheguei ao fim de Breaking Dawn ontem, 23 de junho. Depois de tanto tempo e tanta falta dele para concluir a leitura, consegui.

Mais uma vez Stephenie Meyer constrói sua narrativa com uma linguagem dinâmica, simples e envolvente. E, embora seja um tanto longo (754 páginas que poderiam ser reduzidas para contar a mesma história), o livro diverte e prende a atenção, assim como o restante da série.
Como já comentado por aqui, esta é a quarta obra da saga que conta a história de amor entre uma humana, Bella, e um vampiro, Edward. O primeiro livro se chama Crepúsculo e é seguido por Lua Nova e Eclipse. Há ainda um quinto que conta a história de Crepúsculo sob o ponto de vista de Edward, mas esse eu não li, portanto não posso comentar.
Breakin Dawn é dividido em três livros: Bella, Jacob e, novamente, Bella. Cada um narra uma determinada parte do enredo sob o ponto de vista do personagem que intitula o livro. Aqui, a história já bizarra que envolve humanos, vampiros e lobisomens fica ainda mais intrincada e improvável.
Desde Crepúsculo a autora já apresenta uma mitologia diferente da conhecida acerca dos vampiros. Eles, por exemplo, podem sair à luz do dia, mas sua pele brilha como diamante se exposta à luz do sol, entre outros detalhes. Portanto o que se diz sobre os vampiros e também sobre lobisomens não se aplica a obra de Meyer que cria um mundo totalmente novo para habitar os seus personagens.
Como se sabe já não gosto muito de ler histórias de amor e, desde o começo, não fui muito fã dos protagonistas da série em questão (Edward e Bella) devido as suas atitudes e ao romance meloso dos dois, mas esse último livro deixa esse romance em segundo plano, o que me apetece mais.
Em resumo, a linguagem é envolvente (em todos os livros) e a mitologia interessante. A série é bem bobinha e melosa, mas diverte e prende a atenção desde o início. O final da saga não foi diferente.

É bom lembrar que o primeiro livro, Crepúsculo, já foi adaptado para o cinema e repetiu o sucesso da série. O filme, enquanto adaptação, foi muito feliz e conseguiu trasnportar a história sem grandes perdas. Enquanto cinema, resultou em um longa bobinho para adolescentes, mas que diverte. O ponto alto foi deixar os efeitos especiais em segundo plano. Já um ponto baixo gritante é a maquiagem que deixa muito a desejar (sim, em um filme sobre vampios esse é um detalhe importante).
Lua Nova já está sendo gravado. Devido ao grande sucesso de Crepúsculo, acredito que essa próxima produção venha com muito mais investimento (Pessoalmente não gostei do segundo livro).

PS) A autora agradece sempre em seus livros algumas bandas que a inspiraram e a ajudaram a escrever. Uma dessas bandas é Muse. Então vou aproveitar o post sobre o livro para indicá-la também. Muito boa!

PS)2) Comentários sobre os demais livros da série aqui no blog.

Agora? Placebo.

Próximo? Provavelmente Alice no País das Maravilhas.

5 comentários:

Ultramegapop disse...

sabes q eu tb naum faço muito a linha romance

sera q eu vou conseguir ler?
nem vi o filme ainda, naum tive coragem
eh tudo taum emo
aff

e eu quero ler alice *.*
eu vi umas fotos do filme q tim burton tah dirigindo

medoooo
mas ficou massa!! quero muuuuuito ver

bjo te amo

Berenice disse...

Sou suspeita pra falar de vampirinhos e lobisomens adoráveis! Hehe!

Mas sei porque vai ler Alice. Mal intencionada vc. Tim Burtonzinho e agregados, hum? Também vi fotos do filme, maravilhosamente bizarro, como deve ser!

Delícia Muse e Placebo de disco novo, já ouviu?

Bjs e saudades!
Berê

disse...

Eu estou lendo o livro agora. Comecei anteontem. Por enquanto não me causou grandes reações, mas quero ver qual é. Beijos

Nic disse...

o 5° livro a autora não terminou pq vazou na internet e ela ficou muito p. da vida e desistiu de continuar.
Mas n eh tipo o 5..eh um a parte mesmo.


Paris Hilton de tanto insistir conseguiu garantir uma participação em Lua Nova. Ela vai ser a esposa do lobisomem la o chefe da tribo.
Medo, muito medo.

:*

Márcio M Andrade disse...

Alice no pais das maravilhas vale muuuuito a pena! Os nonsenses visuais e linguisticos nos fazem querer ler mais e mais.